Faíscas. Sim, sim, Faíscas! É difícil de acreditar, mas foi assim que acendi a fogueira.
Eu sei, eu podia me queimar, não precisa me alertar, cansei de não me cansar. A idéia de fazer sinal de fogo veio de um livro que eu tinha lido uma vez, algo parecido com um plebeu perdido numa ilha salvo pelo serviço de aeronáutica real. Foi a partir daí que juntei um pouco de madeira e tudo se iluminou.
Faíscas. Fogo. Fogueira. Fogo. Faíscas. Fogo. Fogueira. Fogo. Faíscas.
Uma variação constante, tudo depende da incógnita, é claro.
Está ficando tudo escuro. Só restam faíscas, que em breve, virarão brasa.
Vou ficar cego.