sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Braseiro

 

Faíscas. Sim, sim, Faíscas! É difícil de acreditar, mas foi assim que acendi a fogueira.

Eu sei, eu podia me queimar, não precisa me alertar, cansei de não me cansar. A idéia de fazer sinal de fogo veio de um livro que eu tinha lido uma vez, algo parecido com um plebeu perdido numa ilha salvo pelo serviço de aeronáutica real. Foi a partir daí que juntei um pouco de madeira e tudo se iluminou.

Faíscas. Fogo. Fogueira. Fogo. Faíscas. Fogo. Fogueira. Fogo. Faíscas.

Uma variação constante, tudo depende da incógnita, é claro.

Está ficando tudo escuro. Só restam faíscas, que em breve, virarão brasa.

Vou ficar cego.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Preguiça

Os relógios dominam o mundo. Eles estão em todos os lugares. No meu pulso, na parede, e até naquela torre alta. Os ponteiros giram me deixando tonto com o tilintar das suas batidas aos meus ouvidos, atordoando minha confusa mente, que mente neste instante. Falta tempo, mas tempo não falta. Ele nunca para. tic-tac tic-tac tic-tac

o tempo não vai parar, então eu posso descansar, é aquele movimento circular girando em trezentos e sessenta graus, trezentos e sessenta. roda, roda, não para, é como um carrossel, um carrossel que me entedia, sem aquele brilho, sem aquela luz, um carrossel opaco. tic-tac tic-tac tic-tac

preguiça de continuar o

preguiça de escrever

pregu

p/s: como vocês devem perceber, este é o primeiro post do blog e eu estou com preguiça de falar mais sobre isso. Espero que gostem.